Thursday, May 11, 2006

VIVE LA FRANCE!

É verdade! Depois de tanta malta a dizer disparates sobre o holocausto ter sido o maior crime contra a humanidade e outra a contestar, referindo serem o Grande Pai Stalin e o Chairman Mao, mais os seus Grandes Terrores, os verdadeiros detentores desse título, finalmente os franceses apontam na direcção certa.

VIVE LA FRANCE!!!!!

Como eu tenho andado, desde há muito, a rosnar baixinho pelos cantos, só uma atitude do tipo "os pretos não contam para estas merdas" (...mas os judeus contam, pelo menos, a dobrar!) é que nos permitiria não ver o óbvio: a escravatura industrializada pós século XVI foi, esse sim, o maior crime contra a Humanidade. Ao longo de pouco mais de três séculos, vagas sucessivas de pretos, vendidos, na maioria dos casos, por outros pretos, atravessaram o Atlântico em condições mais que precárias e com taxas de mortalidade, muitas vezes, superiores a 50%, para proporcionar aos colonos brancos do Brasil, Caraíbas e América do Norte mão de obra inesgotável e cordata, que se pagava a si própria e, ainda por cima, se reproduzia. O conceito de investimento reprodutível veio, certamente, daqui (si non vero e, veramente, bene trovatto!).

E tudo se passou com a bênção da Santa Madre Igreja, pois evidentemente! Salve-se o padre António Vieira que soube julgar no seu tempo aquilo que muito menino não consegue ver hoje, e quase se lixou!

Mas isso são outros contos.

E termino como acabei, com um mais que justo

VIVE LA FRANCE!!!

17 comments:

Anonymous said...

Viva a SANTA IGNORÂNCIA!!! ...e continue a rosnar de cú p’ro ar.

Anonymous said...

... e já agora leia a resposta ao seu blogg, http://pensarnaodoiaiai.blogspot.com/2006/01/angola-e-o-recrutamento-local-as.html#comments.
E ...ESTUDE, INFORME-SE. Mas até lá, feche a cloaca.
Tire as palas e expanda os seus horizontes quando tentar falar de escravatura. Tente... Origens, época, períodos, motivos, causas, religiões, etc. Depois pense tambem quão confortavel e fantástica era a vida na Europa nessas mesmas eras. Como nunca existiu escravatura na Europa e em Africa por parte dos próprios. Sem dúvida que antropofagia foi só um mito. E claro que os direitos humanos foram descobertos em Africa. Deixe-se de bacocas Dr??? ZéCú!!! Mas se ainda se sentir responsável por todas as calamidades que o género humano infringiu á sua própria existência, então continue de cú p’ro ar e a rosnar. Que mais se pode esperar de quem elogia o 25 de Abril, mesmo depois de ver algum do resultado (veja a resposta ao seu blogg como lhe digo em cima). 1 milhão de mortos, 100 mil mutilados, 5 milhões de deslocados dentro do país, 2 milhões de refugiados para os países vizinhos, uma dívida de mais de 20 bilhões de dólares, 3 milhões de famintos e 834.000 crianças com menos de 5 anos que nasceriam e estariam vivos se houvesse paz, só em Angola. Que grande descolonização... Que grandes forças armadas (em parvas?).
Continue a celebrar... Que celebrar não dói, ai, ai.

Dr Zeco said...

O regresso do Anónimo!
Que saudades desta diarreia inconsequente e sem argumentos, desta manifestação de raiva pelo Paraíso perdido.
Como é possível um tipo, no seu juízo, defender (ou pelo enos dar essa ideia...) a escravatura?!
Já o colonialismo me parece mais defensável, para quem dele lucrou.
Mas defender a escravatura, só mesmo anonimamente, com boçalidade e insultos à mistura.
Que desperdício...

Dr Zeco said...

Ah! Parece-me que descobri o Anónimo (fui ler o comentário quilométrico que refere: como de costume, responde a alhos com bogalhos, que se lhe há de fazer?).
Pela "argumentação" não seráum senhor Deputado da Unita que há uns tempos me telefonou para casa preocupado com uma refereência que fiz aos armazéns Catonho Tonho? Não será?
A linha de raciocínio (?) é mais ou menos assim: como osmalandros do MPLA são corruptos e na guerra morreram 900.000 crianças não se pode acusar a Europa (em particular Portugal)de ter expandido a escravatura e ter o colonialismo a níveis nunca vistos antes (industriais,chamei-lhe eu).
Esta lógica é tão, tão, tão (quê?) que não me espanta que só anonimamente ela seja usada.
Quem, no seu perfeito juízo, daria a cara por ela?!...

Anonymous said...

Que tenha saudades de diarreia não me espanta. Mas dou-lhe já os parabéns pelo seu óptimo estado de saúde, especialmente porque passa tanto tempo dentro do seu anús. “Se calhar é prisão de ventre. E a culpa é toda da pide, do botas, do colonialismo, da escravatura etc. Sua, é que não é.”

Campeão do tiro ao lado? Não conheço esse campeonato! Veja lá a minha ignorância!!! Mas o caro ZéCú pareçe ser uma eminência nesse assunto. Está no Guiness? Usam cravos nos canos?
Se realmente acha que estou a defender a escravatura, então deve ter tido a medalha de ouro nesse campeonato.
Se não percebeu a explicação que lhe dei Dr??? eu traduzo: Escravatura existiu e existe. Contra a que existe, pode contar com o meu apoio total e incondicional. Contra a que existiu? Não. Faz parte do passado e eu vivo no presente. Percebeu agora?
Nunca excravizei ninguém nem faço tenções de… Tenho a consciência limpa. Como tal não sinto necessidade de pedir desculpas a ninguém. Se o caro Dr??? sente essa necessidade, então como lhe disse antes, continue a rosnar (suas palavras).
Porque não forma um comitée (se calhar até pode arranjar fundos na CEE) para fazer uma homenagem aos coitados dos escravos da Cleópatra VII por exemplo? VIVE LES EROTES ET LES NEREIDS!!!!! àh! Tem problemas com as fufas (suas palavras) e os larilas (suas palavras)? Esses coitados já não contam mesmo que tenham sido escravos. Ah! Talvez seja isso que lhe pesa na consciência?! Admira-me que não se tenha convertido ao Islamismo, eles também tem essas fobias.

Com uma existência de pelo menos 10 000 anos, porque é que o caro ZéCú só se lembra de uma pequena parte (a escravatura africana por parte dos europeus, e ainda por cima só se lembra dos Franceses e dos Portugueses) de cerca de 300 anos? Lá estão as palas!

Ou então é um problema de matemática. Não se dá com números?
Agora compreendo porque é que o Dr??? acha que os 8 000 soldados que morreram durante a guerra colonial são de muito mais importância que os milhões (a maior parte civis) que morreram e continuam a morrer por causa do abençoado 25 de abril, em Angola, Moçambique, Guiné, Timor e pelo resto do mundo para onde muitos se refugiaram. E explica tambem a ímbecilidade de pensar, que era a ‘metrópole’ que sustentava as guerras coloniais.

Quanto à do deputado da Unita. Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Essa é tão boa como a de (morrer pelo outros cansa!) Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Não cansa! Descansa.

Já agora mais um erro de interpretação seu. A raiva pelo Paraíso perdido? Angola foi e talvez um dia, volte a ser um país fantástico. Espero que sim. Mas o Paraíso tem pouco haver com o país onde se vive. Tem sim a haver, como se vive e como se encara a vida. E neste plano tenho poucas queixas. Actualmente vivo em Londres, sou desenhador numa das maiores companhias de Corporate ID do mundo, passo férias aonde quero, sou casado e tenho duas filhas. Quando quero ver o Paraíso só preciso olhar para os olhos delas.

O 25 de Abril não foi, nem será nunca um modelo de descolonização mas sim um acto de cobardia e ignorância por parte da maioria e que foi apropriado por uns quantos outros de motivos muito especîficos e criminosos que até hoje se mantêm impunes.
As estatísticas o provam.

A linha de raciocínio não percebeu? É muito simples. Eu explico:

25 de Abril 1975----------------------------> 900 000 crianças mortas etc, até 2006.

Se não percebeu os bogalhos. Está no cara. Não vale a pena perder o fôlego, porque inteligência, se não se tem, já não se cria.

God save the queen!!!
Capisci?

Dr Zeco said...

Meu barato Anónimo,

mas que sanha, que raiva, que persistência rara na asneira. Ao menos parece um tipo convicto: continua a achar que Angola sustentava a "sua" guerra e ainda por cima dava de comer à metrópole.
Privilégio seu, meu barato Anónimo, privilégio seu.
Os insultos (também) baratos (em parte por isso lhe chamo barato Anónimo) passam-me ao lado - essa é uma das suas manifestações de falta de pontaria. Borrifo-me de alto e para os ditos.
Parece-me, contudo, descabido que continue a referir-se a diversas ideias e/ou posições políticas como se fossem minhas. Será que me ouviu ou leu, noutros carnavais e ... tresleu? Só pode...
Sabe, isto de ler não é só tropeçar em duas ou três frases que nos chateiam ou que nos tocam; é preciso ler tudo e... pensar (acima de tudo, pensar).
De qualquer modo, para quem acha que "não vale a pena perder o fôlego", o meu barato Anónimo, o senhor deve ter imenso fôlego para continuar a atirar ao lado das questões tratadas nos posts que comenta: mortos na guerra colonial, escravatura.
Que seca!

PS: vários colegas meus fazem comentários jocosos quando deparam com os seus escritos; tenho a agradecer-lhe, pois sem a sua verborreia assídua este blog seria (ainda mais) uma pasmaceira...
Obrigado, meu barato Anónimo, obrigado!!!!

Anonymous said...

Ò caro ZéCú (caro não significa valioso, é só cortesia) realmente desta vez acertou no alvo. Que grande pasmaceira de ‘site’!!! Lá se vai a medalha de couro. Desculpe queria dizer ouro e fugiu-me o dedo no teclado.
O Dr deve ter recebido o seu doutoramento pelo OMO (e não é o Sapiens, que esse é com H, é o detergente). Só agora descobriu as minhas prerrogativas?
Primeiro começa com ares de sabedoria a apresentar teses de Mestrado e quando lhe pergunto quem é Dr Henrique Gomes Bernardo (http://pensarnaodoiaiai.blogspot.com/2006/01/angola-e-o-recrutamento-local-as.html), cala-se.
Devo ter ‘treslido’.
Depois diz que a ‘Metropole é que sustentou as guerras coloniais…(Em Portugal, pelo contrário, o saldo dos invisíveis correntes (receitas de emigrantes e turismo) compensavam largamente o défice da balança comercial e permitia custear a guerra) Tão invisiveis que ainda ninguém os viu! Ah! Ah! Ah! ‘Cadê’ os dados caro (mas não valioso) ZéCú?
Ah! Já sei, dados = bogalhos no seu doutoramento!
Devo ter ‘treslido’ outra vez.

Mas quando inventa, que eu devo ser um senhor Deputado da Unita (Ah! Ah! …esta ainda me dá vontade de rir), o caro (mas não valioso) ZéCú, não está a ‘tresler’ nada? Que ideia?

Agora diz que lhe pareçe descabido que eu me refira a diversas ideias e/ou posições políticas como se fossem suas… A que se refere? Ás Fufas (suas palavras) e aos larilas (suas palavras)?

Engraçado como foi a correr, apagar um post de 07 de Fevreiro 2006 em (http://pensarnaodoiaiai.blogspot.com/2006/02/casamento-fufas.html).

Espere lá, JÁ SEI!!! FUI EU QUE ‘TRESLI’.

Cada vez se enterra mais!!!
Devia ter apagado o blog inteiro, ou já agora porque é que não apaga a site toda?
Podia comecar uma site nova noutro lado e ninguem ficava a saber de nada. Prometo que não vou à sua procura. E já agora em vez de se intítular de Doutorzeco, intítule-se de Doutorzão. Ou melhor ainda DoutorZÉCÃO!!! Tem mais WHOOFF, WHOOFF!!!

Oh! CARO (é só cortesia…) ZéCú, eu tenho alguns bens, mas vocé agora dá-me a guerra toda? Qual é?

Aceito o seu agradecimento e sei que vem do fundo do curação.

Só mais uma, caro (mas não valioso) ZéCú. Quando quiser utilizar palavras assim mais sofisticadas era bom que as entendesse primeiro. Verborreia = Fluência excessiva de palavras. Assídua = Frequente, que acontece muitas vezes. É um bocado como dizer… que é MUITO BASTANTE, (mamífero da família dos equídeos, comecado por (B)?). Agora não diga JUMENTO. Não, tambem não é o jogo de cartas. Pois é!!! …Um jogo de palavras.

Só um testesinho? Veja lá se descobre o erro? Acho que me vai verberar energeticamente.
Capisci?

Dr Zeco said...

Ó diacho! Para um emigrante de lixo (perdão, de luxo) que pode gozar férias onde quiser (uau!!!) e que vê o paraíso nos olhos das filhas (?!), tem uma linguagem muito rasca e uma argumentação muito ... invisível.
Mas lá prolixo (ou p'ro lixo) é...

Anonymous said...

Porque é que não apagas os comentários deste cabrão?
- O gajo ficou todo aceso por teres apoiado o gesto da França em relação ao seu papel na escravaturaa;
- é do tipo, "como em Angola morreram crianças na guerra civil, a independência não devia ter havido" (é BURRO);
- escreve como um carroceiro recorrendo a insultos perfeitamente gratuitos;
- ocupa muito espaço (eheheheheh)
Apaga o cabrão.
Zé dos Matos

Anonymous said...

Se me é dado ter voto na matéria, não apaguem nenhum comentário: quem os escreve, se bem que anónimo, dá de si a imagem que pode (quem dá o que tem a mais não é obrigado).
E o tal "barato anónimo" (sem saber o nome do gajo, refiro-me a ele assim)dá de si uma triste imagem.
Até com o dicionário à frente não consegue perceber o que lê, não distingue entre um tipo que fala (ou caga) excessivamente, abundantemente, de cada vez que fala (ou caga), mas que só fala (ou caga) de tempos a tempos, de um que fala abundante e excessivamente e o faz frequentemente.
Também acho que o gajo tem verborreia frequente. É de dizer, usando as suas palavras que é "MUITO BASTANTE" mentecapto.
Mas um mentecapto designer em Londres (também digo UAU, que fino!!!!!).
Será que desenha numa ID de moda? A propensão para o CÚ assim o sugere (eheheheheheheheh).
Muito Anónimo (ufa!)

Anonymous said...

Oh! Doutorzeco já viu como se acende um blog?
Cadê os dados?
Se calharam tambem foram p‘ro lixo, ou luxo da linguagem do Zé dos Ratos. Este coitado mísero infeliz desgraçado, e pelos vistos um grande democrata, ou não sabe ler ou isto é areia demais p’ra camioneta dele.
Pelos vistos a conversa chegou agora à fossa. Volte p‘ro cano porque está a manchar a paisagem.
Quanto ao mentecapto néscio alienado idiota Muito Anónimo, se não sabe o que é que significa ‘Corporate ID’, então e nas palavras do Doutorzeco informe-se, estude, e deixe de fazer figura de urso quando fala (ou caga). Veja lá que conseguiu dizer 3 vezes caga numa só frase. Então quem é que tem a propensão p‘ro cú. Mas… concordo com o seu primeiro ponto. Deu uma imagem de si (eheheheheheheheheheheheheheheheh) óptima.
Que foi o (UAU) e o (ufa!)? Sentou-se em algum objecto piliforme?

Anonymous said...

Oh Doutor Zeco bem me tenho divertido nesta discussão amigavel consigo (Sei que não se endireita o mundo num dia) mas agora que a tampa da fossa abriu e a merda se derrama já começa a cheirar mal. Já agora posso lhe dizer que concordo com algumas das suas opiniões (não todas como deve ter notado e especialmente a que gerou toda esta discussão). Não leve a mal os nomes. Talvez um dia volte para guerrear um pouco mais.
Prazer.
O anónimo de Londres.

Dr Zeco said...

Então, meninos, então, vão com calma e... sem insultos.
De qualquer modo, não devem ser poucas as multinacionais que actuam no negócio da moda e têm uma divisão de I & D. Por que não?
E quanto à linguagem de caserna, afinal, foi o Anónimo de Londres que começou a deriva para a chinela, para não dizer para o penico ou para a fossa.
Leiam a coisa para trás e verão.
Mas (vá lá) encerra de forma mais cordata, mais comedida o que é bom.
Mais vale tarde...

Anonymous said...

Ó Zeco! E o que é o I & D?

Dr Zeco said...

Touché! Estava a pensar, por deformação profissional, em Investigação e Desenvolvimento (ou R & D research and development), o ID à portuguesa.
Mas, pela sua insistência, deve tratar-se de Corporate Identity Documentation.
Será que o Anónimo londrino trabalha em design de logotipos, marcas, branding e coisas afins?

Anonymous said...

…e eu que pensava que a conversa se podia tornar menos caluniosa? Voltei a este post sem intenções de responder a mais nada mas com alguma esperança que o Dr Zeco tivesse um sentido de humor que lhe permitisse não ficar aborrecido com uma brincadeira de nomes. “Sticks and stones will brake my bones but names will never hurt me!” …dizia já Bob Dylan. Mas pelos vistos enganei-me. Se ainda necessita da condescendência patronal e insultos sobre formação. Então vamos a isso.
Agora Dr Zeco sabe um pouco de tudo, mas de muito sabe pouco. Não tresleia o que digo. Corporate ID, não é Corporate I & D. Identity sim, Identity Documentation não.
A sua resposta acerca do negócio de moda é um bocado errónea. Se uma companhia tem um negócio de moda, o negócio é de moda! Ok? Pode ter um departamento ou divisão de Design, mas não de Identidade. Se se está a referir a uma multinacional com actividades em diversos sectores de industria, –ou trabalha para o grupo “Umbrella company” e a actividade é puramente financeira e ou de gestão, –ou para uma das companhias que fazem parte do grupo e a actividade é especifica e relacionada sómente com a industria em que essa companhia se especializa. Portanto a sua tentativa de ajuda ao muito anónimo fica nas proverbiais àguas de bacalhau, sem bacalhau lá dentro.
Não leve como insulto. O simples facto de tentar ajudar quem é simples, é louvável.

Em relação ao ínicio desta discussão e como pode comprovar, o meu primeiro comentário no seu blog (Angola e o recrutamento local - as baixas) Veja… (Pois é! Pois é… March 15, 2006 4:27 AM) não contem nenhum insulto atribuído a si pessoalmente. Põe o chapeu, quem quer (se me percebe?). Foi um comentário satírico geral. Então quem é que começou com os insultos pessoais? Lembra–se do boneco, da cassette e das postas de pescada? Diga-me lá agora que não tinha interesse nenhum na deriva para a chinela!

Já agora e se realmente estiver interessado deixei lá mais um comentário (opinião minha) e sem insultos.

Parabéns ao democrata Zé dos Ratos que descobriu que o mamífero da família dos equídeos, começado por (B) era o burro e ficou tão contente que até o escreveu em letras maiúsculas. Pesamos, ao Muito anónimo que não percebeu que os sinónimos não eram entre Excessiva = Frequente mas sim (Fluência Excessiva) = Frequente.
1-0 a favor do Zé dos Ratos. Não tem nada a haver com o futebol…ok?

Para o muito Muito Anónimo e já que está numa de ser anal: Quando disse (quem dá o que tem a mais não é obrigado). Esqueceu-se da pontuação. Pode ser (quem dá o que tem, a mais não é obrigado) ou (quem dá o que tem a mais, não é obrigado).
Mas na verdade (quem dá o que tem, já não tem, porque o deu quando o teve). Pense nisso na próxima vez que cagar. Alem disso quem tem possui pode dispor de sustenta goza frui obtem alcança recebe conquista adquire sofre experimenta contem dá a luz é dotado traja abrange é composto de ocupa vale importa detem mantem conserva certo estado de disposição domina pode contar com produz, dá provas de... logorreia.
Em relação ao ID de moda, não tinha IDea nenhuma do que disse. Não é? Confesse!!!
E o que é a moda tem a haver com as calças, homem?
Propensão? P’ra pensão, p’ro asilo ou p’ra casa de retiro, a escolha é sua.
Se calhar é polícia (se esteve na tropa, deve entender…) e anda a patrulhar a internet.

Mas o Zé dos Ratos é que é o Maior. Que se lixem as crianças que morreram na guerra civil. Não eram ratos e se calhar tambem ocupavam muito espaço. Viva a democracia Kamarada!!!

ALGUÉM DISSE QUE NÃO DEVIA TER HAVIDO INDEPENDÊNCIA?
Não compreende? Não faz mal… pelo menos descobriu o mamífero.


Não sabia que o Dr Zeco fazia esgrima. Usa sabre ou florete?
Deixe-me adivinhar! O florete claro!!!

Dr Zeco said...

Mmmmmmmmmm, mmmmmmmm. Mmm mmmmm mm.

Mmmm, mmmmmm!